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	<title>Stop Cancer Portugal</title>
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	<description>Adoptar um estilo de vida saudável</description>
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		<title>Rabanetes: pequenas subtilezas que mudam tudo</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 09:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarida Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Força da Natureza]]></category>
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		<description><![CDATA[Por vezes as pequenas subtilezas mudam tudo. Os rabanetes defendem na perfeição esta ideia quando se trata de selecionar vegetais para compor saladas ricas e nutritivas. A primeira proposta passa pelos Cherry Belle, pequenos rabanetes vermelhos disponíveis, tanto nos mercados locais, como nas grandes superfícies. Depois pode escolher os French Breakfast (na imagem), uma variedade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/05/rabanetes.jpg" rel="lightbox[8865]"><img class="alignright size-medium wp-image-8868" title="rabanetes" src="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/05/rabanetes-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" /></a>Por vezes as pequenas subtilezas mudam tudo. Os rabanetes defendem na perfeição esta ideia quando se trata de selecionar vegetais para compor saladas ricas e nutritivas.</p>
<p>A primeira proposta passa pelos <em><a title="Cherry Belle" href="http://www.southernexposure.com/index.php?main_page=popup_image&amp;pID=800&amp;zenid=ku4dd9cglno6dbe2ghro11jsi6" target="_blank">Cherry Belle</a></em>, pequenos rabanetes vermelhos disponíveis, tanto nos mercados locais, como nas grandes superfícies. Depois pode escolher os <em>French Breakfast </em>(na imagem), uma variedade com casca rosada e ponta branca, um pouco mais difíceis de adquirir. Ambos são excelentes crus, simplesmente cortados em fatias finas, palitos ou ralados. Compre-os sempre muito frescos. Assim, pode aproveitar as folhas para fazer esparregado ou prepará-las como faz com os espinafres.</p>
<p>Há centenas de variedades de pequenos rabanetes, vermelhas, amarelas, brancas, roxas e, por cá, já se vão vendo as versões orientais, em que os rabanetes são brancos e grandes, conhecidos por <em>daikon</em>.</p>
<p>Consumir rabanetes crus e no maior estado de frescura é o passaporte para alcançar o seu potencial nutricional.</p>
<p>Os rabanetes têm, como nutrientes-chave e por cada 100 gramas<span id="more-8865"></span>, altos níveis de vitamina C (14, 8 mg), 2 gramas de fibras dietéticas, 25 microgramas de folatos e 233 mg de potássio.</p>
<p>As antocianidinas estão presentes nas variedades de casca vermelha com predomínio da pelargonidina. Estas substâncias bioativas estão cientificamente reconhecidas pelas suas propriedades anti-inflamatória, anticancerígena e de proteção cardiovascular.</p>
<p>O sabor suave e um pouco picante denuncia a presença de glucosinolatos, característica comum dos vegetais da família das <em>Brassicas</em> à qual os rabanetes pertencem. Alguns estudos indicam um conteúdo de glucosinolatos a variar entre 44,8 e 123,4 mg por 100 gramas, valores dependentes da variedade do rabanete e nada distantes dos encontrados nos brócolos, o vegetal que é muito referido como se possuísse a quase exclusividade em proteção anticancerígena.</p>
<p>Os vegetais ricos em glucosinolatos, quando são consumidos crus, estão em vantagem comparativamente com os cozidos, exemplo dos rabanetes. Após a ingestão, os glucosinolatos são fisiologicamente transformados em isotiocianatos pela ação de uma enzima, a mirosinase, muito sensível ao calor e portanto destruída por este.</p>
<p>Os isotiocianatos atuam neutralizando os agentes carcinogénicos, inibindo a proliferação de células cancerosas e induzindo a morte celular. Estes efeitos foram demonstrados em alguns tipos de cancro, nomeadamente no cancro gastrointestinal, pulmão e esófago. São estes compostos os responsáveis pelas capacidades anticancerígenas, já comprovadas cientificamente.</p>
<div class="bibliografia" style="font-size: 10px;">Referencias: Beevi SS, Narasu ML, Gowda BB. Polyphenolics profile, antioxidant and radical scavenging activity of leaves and stem of Raphanus sativus L. Plant Foods Hum Nutr. 2010 Mar;65(1):8-17.; McNaughton SA, Marks GC. Development of a food composition database for the estimation of dietary intakes of glucosinolates, the biologically active constituents of cruciferous vegetables. Br J Nutr. 2003 Sep;90(3):687-97.; Hanlon PR, Barnes DM. Phytochemical composition and biological activity of 8 varieties of radish (Raphanus sativus L.) sprouts and mature taproots. J Food Sci. 2011 Jan-Feb;76(1):C185-92. </div>
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		<title>Histórias da minha viagem no comboio da saúde</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 11:00:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Paula Figueiredo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[História infantil]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[“Histórias da minha viagem no comboio da saúde” é um livro que contém oito histórias infantis escritas por enfermeiros e dirigidas a todos os meninos e meninas em idade pré-escolar e escolar. As ilustrações são da autoria de crianças e representam a visão que cada uma tem sobre cada tema. Com o objetivo de promover [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_8743" class="wp-caption alignleft" style="width: 204px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/04/Imagem1.png" rel="lightbox[8741]"><img class="size-medium wp-image-8743" title="Capa do livro" src="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/04/Imagem1-194x300.png" alt="" width="194" height="300" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd"></dd>
</dl>
</div>
<p>“Histórias da minha viagem no comboio da saúde” é um livro que contém oito histórias infantis escritas por enfermeiros e dirigidas a todos os meninos e meninas em idade pré-escolar e escolar.<br />
As ilustrações são da autoria de crianças e representam a visão que cada uma tem sobre cada tema.</p>
<p>Com o objetivo de promover a saúde, prevenir a doença oncológica e desmitificar a comunicação com os profissionais de saúde, estas histórias devem ser lidas pelas crianças ou contadas pelos pais que se interessam pela educação para a saúde dos seus filhos. Percorrer as histórias deste comboio é aprender a promover a saúde e bem-estar de cada um.</p>
<p>Editado pela Lusociência, este livro conta com a parceria da Associação de Enfermagem Oncológica Portuguesa e da Ordem dos Enfermeiros – Secção Regional do Norte.</p>
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		<title>“O essencial é invisível aos olhos”</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 08:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristina Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actividade Física]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[atitudes]]></category>
		<category><![CDATA[estilos de vida saudáveis]]></category>

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		<description><![CDATA[A forma como os outros olham para nós é algo que marca. Pela positiva ou pela negativa, mas marca. Reequacionar modos de vida é algo que tem de partir de cada um para que essa tomada de decisão seja assumida em plenitude e “adotar um estilo de vida saudável” entranha-se no corpo com lugar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/04/Abril-2012_CAntunes.jpg" rel="lightbox[8736]"><img class="alignleft size-medium wp-image-8739" title="O essencial é invisível aos olhos." src="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/04/Abril-2012_CAntunes-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>A forma como os outros olham para nós é algo que marca.</p>
<p>Pela positiva ou pela negativa, mas marca.</p>
<p>Reequacionar modos de vida é algo que tem de partir de cada um para que essa tomada de decisão seja assumida em plenitude e “adotar um estilo de vida saudável” entranha-se no corpo com lugar de destaque no íntimo pessoal e intransmissível porque “o essencial é invisível aos olhos”.</p>
<p>A motivação não está no que os outros veem mas no que sinto;</p>
<p>não está em comentários de terceiros mas na leveza com que os meus passos se sucedem;</p>
<p>não reside no alheio mas em perceber que o meu organismo responde a excessos com pequenos alertas que nos fazem abraçar este modo de viver.</p>
<p>A forma como o nosso corpo se levanta e desempenha os movimentos básicos com naturalidade, sem estar ‘preso’ sem se ‘prender’ libertando-se e responsabilizando-se como sendo único dá-nos liberdade para cativar.</p>
<p>Há sempre uma forma de cuidar e é em pequenas decisões que podemos fazer a diferença e a amplitude do bem querer pessoal espelha o modo de olhar.</p>
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		<title>Dois pés de salsa</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 09:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catarina Santos, Telma Carapito</dc:creator>
				<category><![CDATA[+ Saúde por metro quadrado]]></category>
		<category><![CDATA[Rubricas]]></category>
		<category><![CDATA[ervas aromáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Hortas biológicas]]></category>
		<category><![CDATA[National Cancer Institute]]></category>
		<category><![CDATA[salsa]]></category>

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		<description><![CDATA[Ter à mão dois pés de salsa para muitas das receitas espalhadas em mil livros de culinária e mil blogs é a proposta da rubrica de hoje. Já imaginou ter o bacalhau, as batatas, os ovos, a cebola e o azeite e não ter salsa? É absolutamente possível acontecer. No entanto, se faltar a salsa, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/05/IMG_18952.jpg" rel="lightbox[8824]"><img class="alignright  wp-image-8834" title="Dois pés de salsa" src="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/05/IMG_18952-300x295.jpg" alt="" width="250" height="245" /></a>Ter à mão dois pés de salsa para muitas das receitas espalhadas em mil livros de culinária e mil blogs é a proposta da rubrica de hoje.</p>
<p>Já imaginou ter o bacalhau, as batatas, os ovos, a cebola e o azeite e não ter salsa? É absolutamente possível acontecer.<br />
No entanto, se faltar a salsa, o bacalhau à Gomes de Sá, as pataniscas e os bolinhos de bacalhau, as iscas à portuguesa e mesmo a canja de galinha estariam longe de ser as verdadeiras receitas. E o molho verde que rega a portuguesíssima salada de polvo?</p>
<p>Resolve o problema ao plantar salsa em 20 centímetros do metro quadrado de terra que tem vindo a organizar para “cultivar” mais saúde.</p>
<p>A salsa é uma erva <span id="more-8824"></span>de folhas verdes escuras, lisas ou frisadas e que possuí um aroma característico, bem diferente dos coentros. Com uma raiz ligeiramente carnuda e profunda, no início da fase produtiva o caule alonga-se e pode atingir cerca de 1 metro de altura. <ins cite="mailto:Soares%20dos%20Reis" datetime="2012-05-05T22:04"></ins></p>
<p>A salsa é uma cultura de estação fresca, resistente ao frio, mas sensível às geadas fortes. Adapta-se melhor a regiões com temperaturas médias, entre os 7 e os 26ºC e prevê-se um crescimento ótimo aos 20ºC. Tolera mal as temperaturas muito elevadas.</p>
<p>Para uma cultura farta, a terra deve ter boa capacidade na retenção da água e estar bem arejada. Isto é, a terra deve ser mobilizada de modo a facilitar a entrada e a saída de ar e luz. Ao mesmo tempo permite uma melhor captação e circulação de água, contribuindo para o bom desenvolvimento dos seus pés de salsa.</p>
<p>A instalação da salsa executa-se com base nas seguintes indicações:</p>
<ul>
<li>Fertilize a terra com 1 mg/m<sup>2</sup> de azoto, fósforo e potássio;</li>
<li>Por sementeira direta, coloque as sementes a uma profundidade de 5 mm;</li>
<li>As sementes devem estar a uma distância de 15 a 20 cm, o que irá originar um total de 6 plantas em vaso. Se precisa apenas de dois pés de salsa, coloque as sementes a uma distancia de aproximadamente 4,5 cm.<ins cite="mailto:Soares%20dos%20Reis" datetime="2012-05-05T22:12"></ins></li>
<li>A rega deve ser diária quando o tempo se apresentar quente e seco;</li>
<li>Colha a salsa com as suas mãos.</li>
</ul>
<p>O ciclo cultural da salsa dura em média entre os 80 e os 100 dias. Quer isto dizer que, plantar agora significa ter os seus pés de salsa fresca e grátis em Agosto.</p>
<p>Há séculos que os povos recorrem às ervas aromáticas sem perceberem o porquê das suas ações benéficas na saúde. Hoje, sabe-se que, os benefícios de muitas dessas ervas devem-se ao facto de possuírem inúmeros fitoquímicos. Estes compostos químicos são muito úteis uma vez que estão, como indicam alguns estudos, diretamente relacionados com a diminuição do risco de desenvolvimento das doenças cardiovasculares e de alguns tipos de cancro juntamente com a adoção de um estilo de vida saudável.</p>
<p>Há uma variedade de fitosteróis, triterpenos, flavonóides, saponinas e carotenóides nas ervas aromáticas de utilização comum, como a salsa, que foram identificados através de estudos elaborados pelo <em><a title="National Cancer Institute" href="http://www.cancer.gov/" target="_blank">National Cancer Institute</a>. </em>As folhas dos pés de salsa que vier a plantar também transportam vitaminas A e C e ainda alguns minerais: fósforo, cálcio, ferro, potássio, cobre, zinco, magnésio e manganésio.</p>
<p>São quatro passos, muito fáceis, para começar a colher pés de salsa caseira. Lembre-se: irão fazer diferença na hora da preparação de alguns dos seus pratos favoritos. Ao mesmo tempo, receba a comparticipação nutricional de umas simples folhas de salsa para preservar a sua saúde.</p>
<div class="bibliografia" style="font-size: 10px;">Referências: Alberto Gardé, Nydia Gardé. <em>Culturas Hortícolas Nova Colecção Técnica Agrária.</em> Vol. I. Lisboa: Clássica Editora, 1988.;Almeida, Domingos. <em>Manual de Culturas Hortícolas.</em> Vol. II. Lisboa: Editoral Presença, 2006.;Chaves, Dr. António J.Leal. <em>Viva melhor com as plantas medicinais.</em> Lisboa: Edições Une, 2008.; Craig WJ. Health-promoting properties of common herbs. Am J Clin Nutr. 1999 Sep; 70(3 Suppl):491S-499S. </div>
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		<title>Vamos às favas!</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 09:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarida Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Força da Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Rubricas]]></category>
		<category><![CDATA[cancro]]></category>
		<category><![CDATA[catequina]]></category>
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		<category><![CDATA[leguminosas]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos às favas? As favas querem-se jovens, tenras, para que sejam suculentas e saborosas. A partir de agora, temos pela frente, pelo menos, dois meses em que as vamos encontrar com o máximo da frescura, pois é o tempo delas. Assim, talvez seja possível uma maior adesão ao consumo de leguminosas, um pequeno grupo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/05/favas.jpg" rel="lightbox[8790]"><img class="alignleft  wp-image-8792" title="favas" src="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/05/favas-300x282.jpg" alt="" width="240" height="226" /></a>Vamos às favas?</p>
<p>As favas querem-se jovens, tenras, para que sejam suculentas e saborosas. A partir de agora, temos pela frente, pelo menos, dois meses em que as vamos encontrar com o máximo da frescura, pois é o tempo delas.</p>
<p>Assim, talvez seja possível uma maior adesão ao consumo de leguminosas, um pequeno grupo de alimentos fundamental para quem deseja cumprir uma alimentação equilibrada e completa.</p>
<p>Hoje, as leguminosas ocupam um lugar injusto no quotidiano alimentar português: não são muito consumidas, tendo em conta o valor nutricional que apresentam com apenas uma só dose, isto é, 30 gramas segundo a roda dos alimentos. Trata-se em boa verdade de um grupo exemplar de alimentos com um potencial inexplorado, sobretudo na vertente nutricional promotora da saúde.    </p>
<p>As leguminosas contêm níveis altos de proteínas vegetais, de vitaminas, de minerais, de fibras alimentares e de substâncias fitoquímicas. No seu conjunto, estes nutrientes são uma potencial prevenção e terapêutica para algumas já conhecidas doenças crónicas. </p>
<p>Numa refeição em que as favas são eleitas, conte com elas para melhorar <span id="more-8790"></span>o aporte diário de vitamina C, de folatos e de fibras solúveis e insolúveis. As favas dão também um contributo proteico muito razoável e de vitamina B3, também denominada por niacina. Na lista das funções fisiológicas, a vitamina B3 está habilitada para colaborar na redução do colesterol LDL e no aumento do colesterol HDL, uma função muito vantajosa nos tempos que correm.  </p>
<p>As favas, entre outros compostos fenólicos, contêm níveis muito elevados de catequinas, uma família de fitoquímicos que mostra uma atividade antioxidante marcada. É frequente o chocolate, o vinho e o chá serem considerados alimentos protetores nas doenças cardiovasculares e no cancro pelo seu conteúdo abundante em catequinas; os estudos  atribuem às catequinas a capacidade de inibir a agregação plaquetária, em reduzir a inflamação e melhorar a função vascular do endotélio.   </p>
<p>Surpreendentemente, as favas exibem um teor muito superior em catequinas. O teor encontrado em 100 gramas de favas é de 184 mg, um número muito superior aos 7 mg do chocolate, aos valores identificados no chá, a oscilar entre os 25 e os 43 mg por 100 ml, e aos 56 mg no vinho tinto.    </p>
<p>Para além de resultar uma ótima sopa de favas, na realidade elas são mais conhecidas à mesa acompanhadas com chouriço. Mas esta leguminosa fresca, levemente escaldada em apenas 30 segundos para reter os micronutrientes fundamentais, combina excecionalmente com peixe cozido ou frito, por exemplo o linguado, a faneca, o xarroco ou uns filetes de pampo. E como não podia deixar de ser, esta é a variante saudável e recomendada. É talvez um bom desafio para quem gosta de abraçar experiências culinárias. Vamos às favas?</p>
<div class="bibliografia" style="font-size: 10px;"> Referências: Kalogeropoulos N., Chiou A., Ioannou M., Karathanos V.T., Hassapidou M., Andrikopoulos N.K. Nutritional evaluation and bioactive microconstituents (phytosterols, tocopherols, polyphenols, triterpenic acids) in cooked dry legumes usually consumed in the Mediterranean countries. (2010) <em>Food Chemistry</em>, 121 (3), pp. 682-690; Auger C., Al-Awwadi N., Bornet A., Rouanet J.-M., Gasc F., Cros G., Teissedre P.-L. Catechins and procyanidins in Mediterranean diets. (2004) <em>Food Research International</em>, 37 (3), pp. 233-245. </div>
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		<title>Dia Zen</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 08:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita Rosado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Meditação]]></category>
		<category><![CDATA[OSHO]]></category>
		<category><![CDATA[reflexologia]]></category>
		<category><![CDATA[reiki]]></category>
		<category><![CDATA[yoga]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Cuide da sua saúde pela União Humanitária dos Doentes com Cancro&#8221; No próximo domingo, dia 6 de Maio, o OSHO Centro de Meditação Darshan Zen proporciona-lhe um dia diferente e bastante recheado de propostas interessantes e relaxantes tais como: meditação, reiki, palestras sobre saúde e ferramentas para viver melhor; massagens, reflexologia; yoga do riso e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/05/folheto_uhdc1.jpg" rel="lightbox[8800]"><img class="size-medium wp-image-8808 alignleft" title="Folheto Dia Zen" src="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/05/folheto_uhdc1-223x300.jpg" alt="folheto_uhdc_dia_zen" width="223" height="300" /></a>&#8220;Cuide da sua saúde pela União Humanitária dos Doentes com Cancro&#8221;</p>
<p>No próximo domingo, dia 6 de Maio, o OSHO Centro de Meditação Darshan Zen proporciona-lhe um dia diferente e bastante recheado de propostas interessantes e relaxantes tais como: meditação, reiki, palestras sobre saúde e ferramentas para viver melhor; massagens, reflexologia; yoga do riso e muito mais.</p>
<p>O evento decorrerá das 10h às 17h, na Cordoaria Nacional em Lisboa e ao participar estará a apoiar a União Humanitária dos Doentes com Cancro.</p>
<p>Para mais informações poderá contactar o OSHO Centro de Meditação Darshan Zen: <a href="mailto:darshan@darshanzen.com">darshan@darshanzen.com</a></p>
<p>Tel: 213 149 726 / 96 65 190 65</p>
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		<title>Prevenir para não &#8220;morrer de desgosto&#8221;</title>
		<link>http://www.stopcancerportugal.com/2012/04/30/prevenir-adoecer-psiquico-desgosto/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 09:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rita Rosado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[luto]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos temos recordações de infância que nos ficaram mais ou menos gravadas na memória e hoje gostaria de falar de uma delas: a expressão “morrer de desgosto”. Recordo-me de ouvir esta expressão quando alguém se referia a pessoas que se encontravam em processo de luto e que faleciam. Sempre me causou muita curiosidade e penso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.stopcancerportugal.com/2012/04/30/prevenir-adoecer-psiquico-desgosto/"><img class=" wp-image-8754 alignleft" title="Prevenir o adoecer psíquico" src="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/04/renascer_01RRosado-300x296.jpg" alt="Prevenir o adoecer psíquico" width="210" height="207" /></a> Todos temos recordações de infância que nos ficaram mais ou menos gravadas na memória e hoje gostaria de falar de uma delas: a expressão <em>“morrer de desgosto</em>”.</p>
<p>Recordo-me de ouvir esta expressão quando alguém se referia a pessoas que se encontravam em processo de luto e que faleciam.</p>
<p>Sempre me causou muita curiosidade e penso que hoje compreendo bem o sentido e a importância deste fenómeno, pois sinto que há uma grande verdade nesta expressão.</p>
<p>É hoje aceite pela comunidade científica, o impacto que a depressão e a ansiedade têm no nosso sistema imunitário. Contudo, sempre me pareceu excessivo dizer-se que tal impacto poderá por em risco a própria vida, <span id="more-8746"></span>até ao momento em que tomei conhecimento de o número de cônjuges que padecem de cancro, um após o falecimento do outro, é considerado significativo do ponto de vista estatístico.</p>
<p>Este dado vale o que vale e nem sequer pretendo discutir a legitimidade desta conclusão, o que me parece que não pode passar despercebido é a importância a dar à forma como os familiares de doentes de cancro lidam com a perda e com o seu próprio processo de luto, sob pena de verem a sua saúde mental mas também a sua saúde física comprometida.</p>
<blockquote><p>E prevenir o cancro passa também por prevenir o adoecer psíquico.</p></blockquote>
<p>O luto é um processo inevitável e a sua duração é variável. Para alguns, ou talvez para todos os que passam pela perda de um ente querido a dor é suavizada com a passagem do tempo mas a saudade é permanente e é preciso lembrar o quão importante é não nos furtarmos à vivência das emoções que estão naturalmente presentes neste processo.</p>
<p>Como referiu poeticamente Miguel Esteves Cardoso (In: “Último Volume”): “…<em> a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada.”</em><em> </em></p>
<p>O luto é um processo pessoal e arrisco-me a dizer que é um processo íntimo, contudo, por vezes não é possível fazer uma travessia difícil sem ajuda. Para isso servem os amigos, a família mas quando tal não é suficiente é preciso saber ler os sinais e procurar outras formas de apoio, tais como grupos de apoio, psicoterapia individual ou de grupo, psicodrama, arte terapia, psicanálise, técnicas de relaxamento, meditação, visualização criativa, apoio espiritual, etc.</p>
<p>As possibilidades são imensas e o que fará sentido para uns poderá não fazer sentido para outros. Uma coisa é certa, acredito que a maioria de nós procura, acima de tudo uma vida longa e plena de sentido e bem-estar e que tal é possível alcançar mesmo quanto tudo parece perdido. A história da humanidade está plena de exemplos de sobrevivência nas condições mais atrozes. Aceitemos, então a inspiração desses exemplos para não nos deixarmos “morrer de desgosto”.</p>
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		<title>Campos elétricos no tratamento do cancro</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 08:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stop Cancer Portugal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Oncologia]]></category>
		<category><![CDATA[Campos de Tratamento de Tumores]]></category>
		<category><![CDATA[cancro]]></category>
		<category><![CDATA[Tumor Treating Fileds]]></category>

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		<description><![CDATA[Há um novo método para o tratamento do cancro. Denomina-se por Campos de Tratamento de Tumores &#8211; tumor treating fields. Esta nova abordagem usa campos elétricos para interromper a divisão das células cancerosas. Assista ao video conduzido por Bill Doyle para compreender a nova metodologia e os seus resultados preliminares em dois tipos de tumores, no glioblastoma multiforme recidivante e no cancro do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há um novo método para o tratamento do cancro. Denomina-se por Campos de Tratamento de Tumores &#8211; <em>tumor treating fields.</em><br />
Esta nova abordagem usa campos elétricos para interromper a divisão das células cancerosas.</p>
<p>Assista ao video conduzido por Bill Doyle para compreender a nova metodologia e os seus resultados preliminares em dois tipos de tumores, no glioblastoma multiforme recidivante e no cancro do pulmão.</p>
<p><object width="526" height="374" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011P/Blank/BillDoyle_2011P-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/BillDoyle_2011P-embed.jpg&amp;vw=512&amp;vh=288&amp;ap=0&amp;ti=1343&amp;lang=pt&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=bill_doyle_treating_cancer_with_electric_fields;year=2011;theme=medicine_without_borders;event=TEDMED+2011;tag=cancer;tag=medical+research;tag=technology;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="pluginspace" value="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="526" height="374" type="application/x-shockwave-flash" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" flashvars="vu=http://video.ted.com/talk/stream/2011P/Blank/BillDoyle_2011P-320k.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/BillDoyle_2011P-embed.jpg&amp;vw=512&amp;vh=288&amp;ap=0&amp;ti=1343&amp;lang=pt&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=bill_doyle_treating_cancer_with_electric_fields;year=2011;theme=medicine_without_borders;event=TEDMED+2011;tag=cancer;tag=medical+research;tag=technology;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
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		<title>Coentros: fusão de aroma e nutrição</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 08:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catarina Santos, Telma Carapito</dc:creator>
				<category><![CDATA[+ Saúde por metro quadrado]]></category>
		<category><![CDATA[Rubricas]]></category>
		<category><![CDATA[Coentros]]></category>
		<category><![CDATA[ervas aromáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Hortas biológicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Os coentros fazem parte da extensa família de ervas aromáticas. Em Portugal, a finalidade em cultivar coentros prende-se exclusivamente no interesse pelas suas folhas que dão aroma, sabor e cor, sendo utilizadas em diversas preparações culinárias típicas do sul do País. É uma espécie anual com um ciclo cultural de 3 a 4 meses. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/04/Imagem-1-Coentros.jpg" rel="lightbox[8722]"><img class="alignleft size-medium wp-image-8726" title="Coentros" src="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/04/Imagem-1-Coentros-214x300.jpg" alt="Coentros" width="214" height="300" /></a>Os coentros fazem parte da extensa família de ervas aromáticas.<br />
Em Portugal, a finalidade em cultivar coentros prende-se exclusivamente no interesse pelas suas folhas que dão aroma, sabor e cor, sendo utilizadas em diversas preparações culinárias típicas do sul do País.</p>
<p>É uma espécie anual com um ciclo cultural de 3 a 4 meses. É uma cultura de climas temperados a temperado-quentes, adaptando-se a diversas condições ambientais. A temperatura ótima ao seu desenvolvimento está entre os 7 e os 27ºC.<br />
Por isso, esta é uma boa altura para os cultivar. Assim, estarão mesmo à mão para experimentar a cozinhar pelo menos dois pratos bem portugueses, a açorda de coentros e a carne de porco à alentejana. Os coentros podem ser ainda utilizados para temperar saladas e pratos de peixe grelhado. Além da gastronomia mediterrânea, o coentro está muito presente na cozinha indiana e tailandesa.</p>
<p>Prepare tudo para, até ao mês de julho, os coentros ficarem disponíveis nos seus vasos ou no metro quadrado de terra e o mais perto possível da sua cozinha.<span id="more-8722"></span></p>
<p>Esta cultura aromática produz folhas verdes escuras, limpas, dispostas em roseta e pode apresentar uma altura de 30 a 50 cm.<br />
Registe a informação necessária para que seja simples e fácil de usufruir em pouco tempo de coentros plantados e cuidados por si:</p>
<ul>
<li>Instale por sementeira direta;</li>
<li>Antes de iniciar a sementeira, limpe a terra de ervas daninhas;</li>
<li>As sementes possuem uma germinação lenta, normalmente ocorrem em 1 a 2 semanas, e estas devem ser colocadas a 5 a 10 mm de profundidade no vaso ou no metro quadrado de terra selecionado;</li>
<li>A uma distância de 10 a 20 cm, coloque em vaso ou numa porção de metro quadrado um total de 6 sementes. O número de sementes é ajustável conforme a preferência do utilizador;<a href="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/04/Canteiro.png" rel="lightbox[8722]"><img class="wp-image-8728 aligncenter" title="Sementeira de coentros" src="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/04/Canteiro.png" alt="Sementeira de coentros" width="380" height="193" /></a></li>
<li>Regue todas as manhãs os futuros coentros plantados depois de fazer uma apalpação da terra. Se a terra estiver seca, regue até notar que a água demora a filtrar. À medida que a cultura se desenvolve verificar-se-á um aumento na quantidade de água a aplicar. Deve ter o cuidado de não regar por cima da planta, à luz solar, não adquira um tom amarelo mas sim verde escuro.</li>
</ul>
<p>Os coentros são especialmente ricos em vitamina A, B1, B2 e C e em compostos fitoquímicos. Assim, a adição de coentros em alguns pratos pode torná-los ainda mais ricos nutricionalmente, revelando-se benéfica para a saúde como indicam alguns estudos científicos, nomeadamente na prevenção de alguns tipos de cancro e de doenças cardiovasculares, entre outras doenças crónicas.</p>
<p>O modo de cultivo simples dos coentros somado às suas propriedades nutricionais é um incentivo para ter na sua horta biológica. Não deixe escapar a oportunidade de fundir bem-estar com saúde.</p>
<div class="bibliografia" style="font-size: 10px;"> Referências: Alberto Gardé, Nydia Gardé. <em>Culturas Hortícolas Nova Colecção Técnica Agrária.</em> Vol. I. Lisboa: Clássica Editora, 1988.;Almeida, Domingos. <em>Manual de Culturas Hortícolas.</em> Vol. II. Lisboa: Editoral Presença, 2006.; Gray AM, Flatt PR. Insulin-releasing and insulin-like activity of the traditional anti-diabetic plant Coriandrum sativum (coriander). Br J Nutr. 1999 Mar;81(3):203-9.; <a href="http://www.ispub.com/journal/the-internet-journal-of-nutrition-and-wellness/volume-7-number-1/spices-in-cancer-prevention-an-overview.html">http://www.ispub.com/journal/the-internet-journal-of-nutrition-and-wellness/volume-7-number-1/spices-in-cancer-prevention-an-overview.html</a> </div>
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		<title>Espargos: lanças de um exército invisível</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 09:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Margarida Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Força da Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Rubricas]]></category>
		<category><![CDATA[cancro]]></category>
		<category><![CDATA[Espargos]]></category>
		<category><![CDATA[flavonóides]]></category>
		<category><![CDATA[quercetina]]></category>
		<category><![CDATA[rutina]]></category>
		<category><![CDATA[stress oxidativo]]></category>

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		<description><![CDATA[Chegou a temporada dos espargos! Os primeiros chegam em abril, mas continuam frescos e tenros até finais de junho, altura em que se tornam demasiado espessos e fibrosos. Existem muitos tipos, com diferentes visuais e sabores, desde o mais popular, o de cor branca, ao selvagem, o de cor verde. Há espargos largos, finos, pequenos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/04/Asparagus-ofﬁcinalis-II.jpg" rel="lightbox[8701]"><img class="alignleft  wp-image-8705" title="Asparagus ofﬁcinalis" src="http://www.stopcancerportugal.com/wp-content/uploads/2012/04/Asparagus-ofﬁcinalis-II-300x224.jpg" alt="" width="240" height="179" /></a>Chegou a temporada dos espargos! Os primeiros chegam em abril, mas continuam frescos e tenros até finais de junho, altura em que se tornam demasiado espessos e fibrosos.</p>
<p>Existem muitos tipos, com diferentes visuais e sabores, desde o mais popular, o de cor branca, ao selvagem, o de cor verde. Há espargos largos, finos, pequenos e enormes; no entanto, o valor nutricional, de base, é igual.</p>
<p>O espargo, todo ele, é aproveitável e comestível. É um vegetal muito rico em fibras, folatos, vitamina A e C, acrescido do conteúdo mineral abundante em selénio, manganésio e cobre. No espargo, os fitoquímicos identificados com as concentrações mais elevadas são os compostos fenólicos. Salienta-se em especial a quercetina e a rutina, substâncias fitoquímicas da classe dos flavonóides.</p>
<p>Estas duas substâncias exibem uma forte atividade antioxidante, promovendo diversos efeitos positivos na saúde, através da neutralização dos radicais livres e na proteção do corpo humano contra o <em>stress</em> oxidativo, a principal causa de alguns tipos de cancro, das doenças cardíacas e que está, ainda, na origem do envelhecimento. Assim, digamos que os espargos são como as lanças de um exército invisível que luta, neste caso, a favor da saúde.</p>
<p>Escolha os espargos frescos na variedade mais atraente. Cozinhe-os a vapor, um método culinário que potencia a atividade antioxidante das substâncias fitoquímicas presentes neste vegetal. E experimente servi-los, por exemplo, com molho holandês. Confirme que é uma delícia e depois espalhe a notícia.</p>
<p><span id="more-8701"></span><div class="bibliografia" style="font-size: 10px;">Referencias: Gibellini L, Pinti M, Nasi M, Montagna JP, De Biasi S, Roat E, Bertoncelli L,Cooper EL, Cossarizza A. Quercetin and cancer chemoprevention. Evid Based Complement Alternat Med. 2011;2011:591356.; Barros, Lillian; Ferreira, Isabel C.F.R.; Carvalho, Ana Maria; Dueñas, Montserrat; Santos-Buelga, Celestino (2010) &#8211; Phenolic composition and antioxidant activity of Portuguese wild edible greens. In XXVth International Conference on Polyphenols. Montpellier; Ferrara L., Dosi R., Di Maro A., Guida V., Cefarelli G., Pacifico S., Mastellone C., (&#8230;), Parente A. Nutritional values, metabolic profile and radical scavenging capacities of wild asparagus (A.acutifolius L.) (2011) <em>Journal of Food Composition and Analysis</em>, 24 (3), pp. 326-333. </div></p>
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