Stop Cancer Portugal http://www.stopcancerportugal.com Adoptar um estilo de vida saudável Wed, 22 May 2013 09:00:50 +0000 pt-PT hourly 1 http://wordpress.org/?v=3.5.1 Andar de Longboard: seguir uma vida ativa http://www.stopcancerportugal.com/2013/05/22/andar-de-longboard-seguir-uma-vida-ativa/ http://www.stopcancerportugal.com/2013/05/22/andar-de-longboard-seguir-uma-vida-ativa/#comments Wed, 22 May 2013 09:00:50 +0000 Margarida Vieira http://www.stopcancerportugal.com/?p=10608 FLYER1_WORSHOPweb_2É do conhecimento comum que as crianças e os adolescentes devem praticar atividade física. Mas, na realidade, eles estão cada vez mais parados a olhar para um ecrã ou a pensar em petiscar qualquer coisa. Há muitas alternativas mas é preciso mais vontade de agir e mudar este panorama.

Tente imaginar-se adolescente e pense na “seca” que seria se estivesse interdito de participar nas brincadeiras, nas corridas e tantas outras atividades fantásticas que partilhou com os amigos quando tinha uma dúzia de anos.

Atualmente, para que um adolescente seja ativo fisicamente, é necessário reunir algumas condições, preferencialmente atividades que juntam novidade, aventura e algum desafio pelo meio, para desenvolverem novas competências físicas e mostrarem do que são capazes.

Está a ver o seu filho dizer: Mãe, vou ali fazer uma caminhada com a avó e já volto. Um corpo jovem necessita de uma atividade vigorosa que se incompatibiliza com estilos de vida mais adequados em outras fases da vida.

Encontramo-nos num ponto sem retorno e, por isso, é tão importante adaptarmo-nos aos tempos e às novidades, sem nunca esquecermos o factor segurança. Há atividades que os jovens gostam que envolvem algum tipo de risco, mas também há mais conhecimento e estruturas de suporte.

Por exemplo: já ouviu falar da modalidade longboarding?

Veja o vídeo seguinte e saiba que no próximo dia 25 de maio, pelas 15 horas, em Lisboa, haverá um workshop dirigido a quem nunca teve o prazer de experimentar andar de longboard e também para quem já testou esta modalidade, mas quer evoluir um pouco mais.

Mais informações consulte: http://www.longboardskateshop.com/blogs/news/7801525-1st-loboska-workshop-getting-started-on-longboarding

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O simples prazer de uma sesta http://www.stopcancerportugal.com/2013/05/20/o-simples-prazer-de-uma-sesta/ http://www.stopcancerportugal.com/2013/05/20/o-simples-prazer-de-uma-sesta/#comments Mon, 20 May 2013 09:00:02 +0000 Rita Rosado http://www.stopcancerportugal.com/?p=10622 sesta1Sabe o que apenas vinte minutos diários de sesta podem fazer por si? Não?

Então surpreenda-se, pois este simples prazer permite-lhe maior rendimento no trabalho, conduz a uma maior harmonia do seu ritmo biológico e diminui o stress. Estes são os argumentos da Associação dos Amigos da Sesta, constituída formalmente no nosso País em 2003, e que se apoia em pareceres de especialistas tais como Teresa Paiva, Neurologista e a maior especialista na área do sono em Portugal e Damien Léger, professor do Centro do Sono do Hospital Hotel-Dieu em Paris, o qual refere que há determinadas profissões, como aquelas em que os trabalhadores têm uma atividade mental ou física bastante exigente que deveriam consagrar uns minutos de sono entre os dois grandes períodos de trabalho diários.

O valor da sesta é ainda maior se tivermos em conta a realidade evidenciada pela reportagem de Mafalda Gameiro, intitulada “Quando o sono não chega”, projetada recentemente na RTP e que revela como uma boa parte dos Portugueses tem um comportamento negligente em relação ao sono. Segundo Teresa Paiva, citada numa outra fonte, um terço dos portugueses dorme por noite muito menos horas do que seria desejável e até vital, o que inclui crianças e adolescentes. Este facto assume uma importância maior quando ficamos a saber que a privação de sono não significa aproveitar mais e melhor os nossos dias, pelo contrário, é responsável por um raciocínio mais lento e pelo aumento do risco de obesidade, hipertensão, diabetes, depressão e até cancro, como é referido na reportagem de Mafalda Gameiro.

A maior parte das pessoas adultas necessita de dormir entre sete a oito horas por dia, mas uma criança entre os dez e os doze anos deve dormir dez horas  e as mais pequenas, entre os três e os quatro anos, devem dormir entre doze a quatorze horas por dia. As crianças nesta faixa etária que não obtenham este tempo de descanso são mais propensas a sofrer de irritabilidade, ansiedade e dificuldades de aprendizagem.

Se estes argumentos, baseados em factos médicos não chegam para o convencer de que é essencial reservar tempo para dormir o suficiente, então, pelo menos tente incluir na sua vida uma breve pausa diária para desfrutar dos prazeres de uma sesta. É certo que pode ser difícil instituir este hábito na maior parte dos locais de trabalho mas se vinte minutos bastam, porque não reservar esse tempo da sua hora de almoço e reclamar este direito que tanto fará por si a todos os níveis, mesmo a nível profissional.

Referencias: “Não se deve acordar antes das 6 da manhã”, in: www.kaminhos.com; “Associação dos Amigos da sesta foi hoje formalmente consttuída”, in: www.publico.pt; “Quando o sono não chega”, in: www.rtp.pt

]]> http://www.stopcancerportugal.com/2013/05/20/o-simples-prazer-de-uma-sesta/feed/ 0 A força da Natureza: tornar ao ponto de partida http://www.stopcancerportugal.com/2013/05/17/a-forca-da-natureza-tornar-ao-ponto-de-partida/ http://www.stopcancerportugal.com/2013/05/17/a-forca-da-natureza-tornar-ao-ponto-de-partida/#comments Fri, 17 May 2013 09:00:05 +0000 Margarida Vieira http://www.stopcancerportugal.com/?p=10592 Depois de uma pausa, «a força da natureza» torna ao ponto de partida. Volta a publicar, quinzenalmente, artigos dedicados a outros alimentos que até agora ainda não constituíram alvo de pesquisa científica organizada.

Esta rubrica tem o objetivo de proporcionar informação atualizada, com suporte científico, para que conheça, sob uma perspetiva diferente, novas facetas da qualidade nutricional dos alimentos, individualmente ou em combinação entre si.

Cada alimento apresenta uma composição nutricional única, tal como se tratasse de uma impressão digital. Quando se combinam vários alimentos, há diferentes nutrientes e diferentes substâncias fitoquímicas que são disponibilizados, dando acesso a uma grande diversidade nutricional.

Só uma alimentação variada pode permitir, ao organismo, assegurar as suas múltiplas tarefas e fortalecer as defesas naturais, tão importantes para a prevenção das doenças. Só precisamos de incluir, correctamente, os alimentos na nossa alimentação diária, para usufruir das suas “forças” naturais.

Lembre-se: o melhor complexo de vitaminas está na natureza! Passe uma vista de olhos por alguns alimentos típicos do mês de maio: as ervilhas, os rabanetes e a alcachofra.

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Seja curioso, sinais de alerta do cancro http://www.stopcancerportugal.com/2013/05/10/seja-curioso-sinais-de-alerta-do-cancro/ http://www.stopcancerportugal.com/2013/05/10/seja-curioso-sinais-de-alerta-do-cancro/#comments Fri, 10 May 2013 09:00:41 +0000 Ana Paula Figueiredo http://www.stopcancerportugal.com/?p=10559 medicard1O cancro continua a ser a segunda causa de morte em Portugal e nos países desenvolvidos, atingindo muitas famílias.

As melhores estratégias disponíveis de luta contra o cancro são sem dúvida a prevenção, o rastreio e a deteção precoce.

Distinguem-se muitas instituições de saúde no mundo, que têm como um dos seus objetivos contribuir para a redução da taxa de morbilidade e mortalidade causada por esta doença. O alcance deste objetivo passa por programas de cessação tabágica, alterações de dieta, promoção do exercício físico e deteção precoce através de programas de rastreio. No entanto, não nos podemos esquecer que a eliminação dos riscos ambientais e ocupacionais, nomeadamente a poluição do ar, da água e do solo é também um grande contributo.

Mas, para além do conjunto de estratégias delineadas por algumas associações e instituições governamentais ou privadas, cabe a todos os cidadãos contribuir de forma simples e gratuita para a deteção precoce e consequentemente para a promoção da sua saúde. O Slogan poderá ser “Seja curioso”.

Fique alerta para um conjunto de sinais que pode permitir a deteção precoce desta doença. Se detetada precocemente a probabilidade de cura é muito maior e o sofrimento menor.

Assim devem estar atentos a:

  1. Modificação de cor, dimensão ou ulceração de uma verruga ou sinal;
  2. Alteração de hábitos intestinais ou urinários;
  3. Rouquidão ou tosse persistente;
  4. Dificuldade em engolir ou má digestão permanente;
  5. Ferida que não cicatriza;
  6. Hemorragia ou corrimento pelos orifícios naturais;
  7. Nódulo ou dureza persistente na mama ou noutra parte do corpo.

Se for detetada uma destas alterações sem motivo aparente não se assuste, mas também não hesite, consulte o seu médico.

Fonte de Informação: Phipps; Long; Woods & Cassmeyer. (2009). Enfermagem Médico-cirurgica. Conceitos e prática clínica. Lusodidacta. 8ª edição.; Redman, K. (2003). A Prática da Educação para a Saúde. Lusociência. 9ª edição.
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Bebés: papa ou puré de legumes? http://www.stopcancerportugal.com/2013/05/06/bebes-papa-ou-pure-de-legumes/ http://www.stopcancerportugal.com/2013/05/06/bebes-papa-ou-pure-de-legumes/#comments Mon, 06 May 2013 13:00:57 +0000 Marisa Figueiredo http://www.stopcancerportugal.com/?p=10537 papa ou puré de legumesPapa ou puré de legumes? Há tempos dei por mim a discutir este assunto com colegas que já são pais: a introdução da papa como primeiro alimento é muito mais conveniente, não causa grande transtorno na preparação, é bastante mais prática… a sopa tem uma menor probabilidade de aceitação por parte do bebé, para além de que é mais morosa na preparação. Quando e como introduzir os legumes? Quais são os proibidos, os permitidos, os atrasados ou os alergénios?

Tendo em conta que não existe consenso para o primeiro alimento a introduzir, fui à procura das recomendações.
As necessidades nutricionais do bebé incluem: energia gasta para taxa de crescimento, energia gasta em actividades, necessidades metabólicas basais e interacção dos alimentos.

A introdução de alimentos que não o leite não deve ocorrer precocemente, ou seja, nunca antes dos 4 meses e preferencialmente perto dos 6 meses de idade.

A partir dos 6 meses de idade existe uma necessidade acrescida de nutrientes e energia, principalmente em proteínas, ferro, zinco, algumas vitaminas lipossolúveis (A e D) e em aminoácidos e ácidos gordos essenciais, e que o leite materno não consegue suprir. Inicia-se aqui diversificação alimentar.

Tradicionalmente, um dos primeiros alimentos a ser introduzido eram os cereais, sob a forma de farinha, isenta de glúten. As recomendações actuais vão no sentido da não introdução de glúten antes dos 4 nem após os 7 meses, devendo a introdução ser gradual e preferencialmente acompanhada pela manutenção do aleitamento materno, visando uma redução do risco de diabetes tipo 1, de doença celíaca e de alergia ao trigo.

Os cereais são fornecedores de hidratos de carbono (polissacarídeos amiláceos e não amiláceos) e ainda de proteína de origem vegetal (trigo), de ácidos gordos essenciais (trigo, milho), de minerais (fósforo: aveia, milho e cevada; magnésio e cálcio: trigo) e vitaminas (B1 e B6: arroz).

A ordem de introdução dos alimentos não é obrigatoriamente a mesma para todos os bebés. Tendo em conta que existe uma taxa crescente de excesso de peso na infância e que as farinhas têm maior valor energético, cada vez mais os nutricionistas e os pediatras recomendam um puré de legumes como primeiro alimento a ser introduzido, preferencialmente como refeição de almoço.

As recomendações contempladas na Acta Pediátrica Portuguesa incluem a batata, a cenoura, a abóbora, a cebola, o alho, o alho francês, a alface, a curgete, o brócolo e a couve branca, agrupados em 4 a 5.

O espinafre, o nabo, a nabiça, a beterraba e o aipo contêm elevado teor de nitrato bem como de fitato (ambos comprometem o metabolismo do ferro e por consequência reduzem o transporte de oxigénio no organismo), razão pela qual só deverão ser introduzidos a partir dos 12 meses de idade. Acrescento a nota que se deve introduzir um legume novo com um intervalo de 3 a 5 dias uma vez que, se ocorrer reação no bebé, possamos identificar o alimento potencialmente alergénico.

Os produtos hortícolas e os tubérculos têm baixo valor energético (40 – 80 cal/ 100g) mas são importantes fontes de macronutrientes (excepto gordura) e micronutrientes. Vejamos alguns exemplos: a batata é rica em vitamina B1; a abóbora é boa fonte de zinco, magnésio e potássio; a alface: cobre e ácido fólico; o agrião destaca-se pela riqueza em vitamina C, fósforo, cálcio e ferro.

Atendendo à completa ausência de gordura nestes alimentos e ao reconhecimento da sua importância na estruturação das membranas celulares e na maturação do sistema nervoso central, retina e sistema imunológico, devem ser adicionados 5 a 7,5 ml de azeite em cru a cada dose de puré ou caldo de legumes.

É importante lembrar que a introdução de novos alimentos que não o leite, para além de respeitar características maturativas, deve ter em conta características culturais e socioeconómicas. Não há regras rígidas nem verdades absolutas. Falaremos oportunamente da introdução de outros alimentos na dieta do bebé.

Referências: Comissão de nutrição da SPP – Acta Pediátrica Portuguesa. Alimentação e nutrição do lactente. Revista de medicina da criança e do adolescente, Vol. 43, n.º 5 Setembro / Outubro 2012, Suplemento II.
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A diarreia como possível consequência da quimioterapia e da radioterapia: como ultrapassar? http://www.stopcancerportugal.com/2013/05/02/a-diarreia-como-possivel-consequencia-da-quimioterapia-e-da-radioterapia-como-ultrapassar/ http://www.stopcancerportugal.com/2013/05/02/a-diarreia-como-possivel-consequencia-da-quimioterapia-e-da-radioterapia-como-ultrapassar/#comments Thu, 02 May 2013 09:00:14 +0000 Dina Raquel João http://www.stopcancerportugal.com/?p=10550 home-diarreiaComo temos visto, os tratamentos oncológicos podem originar vários efeitos secundários. A diarreia é um deles, sendo considerada mais do que três dejeções diárias de fezes semilíquidas ou mesmo líquidas, atingindo cerca de 75% dos doentes sujeitos a quimioterapia ou radioterapia.

Nos doentes em quimioterapia, o aparecimento da diarreia vai depender do químico administrado e da dose e da frequência de administração. No que diz respeito à radioterapia, vai depender de uma série de fatores, entre eles, a região sujeita à radiação, os tecidos/órgãos incluídos nessa área, a dose total da radiação a administrar, o fracionamento da dose total, o nível de energia da radiação e a suscetibilidade individual, a qual depende da idade e do estado geral de saúde. No caso dos doentes com cancros ginecológicos, urogenitais e retais sujeitos a radioterapia pélvica, mais de 70% desenvolvem sintomas gastrintestinais agudos durante o tratamento, dentre eles, a diarreia. Todavia, em 6-78% destes doentes, este sintoma poderá ser crónico, afetando muito a qualidade de vida mesmo após o tratamento.

Se não for controlada, a diarreia pode levar à perda de líquidos e sais minerais e, nos casos mais graves, à desidratação, já para não falar no prejuízo na qualidade de vida dos doentes. Assim, há certas medidas para o controlo desta situação:

  • Tomar a medicação para controlo da diarreia prescrita pelo médico
  • Reforçar os cuidados de higiene e cuidados locais (se existir irritação)
  • Reforçar a ingestão de líquidos (2 a 3 litros por dia):
    • Preferir a água (pode variar com tisanas de camomila, cidreira, tília, hortelã, etc.)
    • Beber sumo de fruta cozida (maçã ou pêra), sumos de cenoura ou banana, águas minerais sódicas pouco gaseificadas (ricas em potássio e sódio, os quais são perdidos com a diarreia)
    • Rejeite o café, o chá preto, os refrigerantes com gás e as bebidas alcoólicas
    • A gelatina é outra forma de hidratação
    • Evitar o leite ou tomar leite sem lactose (disponível em farmácias e nos supermercados). Normalmente, o iogurte é bem tolerado
    • Optar por alimentos com baixo teor de fibras (arroz, massas, pão de trigo, batatas, caldos e purés de cenoura)
    • Evitar alimentos ricos em fibras (brócolos, milho, couves, ervilhas, etc) e alimentos que provoquem gases (feijões, cebola, etc)
    • Quanto à fruta, optar por bananas e fruta em calda. Outra fruta deve ser cozida, sem açúcar e sem casca, rejeitando as frutas e os vegetais crus
    • Optar por refeições pobres em gordura e pouco condimentadas (galinha ou perú cozido, sem pele ou em caldo, peixe cozido, etc). A sopa deverá ser preparada apenas com arroz, cenoura e batata.

Como sugestão, o doente com diarreia poderá ingerir o preparado composto pelos seguintes ingredientes, auxiliando na rehidratação e compensação dos minerais perdidos:

  • 1 litro de água
  • 2 chávenas de sumo concentrado (de acordo com a preferência)
  • 1 colher de sopa de açúcar
  • 1 colher de chá de sal
  • 1 colher de chá de bicarbonato de sódio
Gami B, Harrington K, Blake P, Dearnaley D, Tait D, Davies J, et al. How patients manage gastrointestinal symptoms after pelvic radiotherapy. Aliment Pharmacol Ther. 2003; 18: 987–994.
Holmes S. Radiotherapy. 1st Edition. London: The Lisa Sainsbury Foundation, 1988.
Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil do Porto. Quimioterapia: Guia de Orientação. IPO – Porto. 2012.
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+ Saúde por metro quadrado: o regresso http://www.stopcancerportugal.com/2013/04/29/saude-por-metro-quadrado-o-regresso/ http://www.stopcancerportugal.com/2013/04/29/saude-por-metro-quadrado-o-regresso/#comments Mon, 29 Apr 2013 09:00:41 +0000 Catarina Santos http://www.stopcancerportugal.com/?p=10509 736608_133613163468898_837152473_oEstá de volta a rubrica «+Saúde por metro quadrado»!

O objetivo do novo conjunto de rubricas é que o leitor à medida que nos acompanha, seja capaz de cultivar algumas ervas ou plantas medicinais. Já sabe, basta um só metro quadrado ou conjunto de vasos com medidas equivalentes para colocar em prática esta tarefa.

Apesar de existirem muitas definições para a palavra erva, todas elas se tornam incompletas. Para os botânicos, erva quer dizer que é uma planta que murcha quando atinge o seu estádio final de crescimento. Em medicina, a palavra refere-se a qualquer planta que pode contribuir para a prevenção ou para tratamento de doenças. Já em culinária significa uma parte de uma planta que é usada na preparação dos alimentos.

As ervas são consideradas medicinais quando são constituídas por substâncias naturais que apresentam atividade farmacológica. De uma forma geral, têm substâncias bioativas com efeitos diversos: efeito anticancerígeno, anti-inflamatório, antioxidante entre outros. Atuam ainda nos vários sistemas do corpo humano como por exemplo, no sistema nervoso, no sistema circulatório, no sistema digestivo.

As plantas medicinais são muito utilizadas na produção de cosméticos, na produção de fármacos, como plantas ornamentais, na produção de óleos essenciais que são extraídos destas plantas e na indústria alimentar.

Todos nós consumimos plantas medicinais ao longo do dia sem darmos conta, se praticarmos uma alimentação variada e diversificada, isto é saudável. Um bom exemplo é quando comemos sopa, salada, ou nos condimentos, nos molhos e até mesmo à sobremesa.

Por isso mesmo, e integrando o “movimento” que utiliza as plantas para alcançar benefícios para a saúde, para ajudar a prevenir algumas doenças, pode aliar a produção caseira, tirando partido de produtos frescos, seguros e que podem estar prontos para serem consumidos.

Agora a rubrica «+ Saúde por metro quadrado» vai ajudá-lo a cultivar ervas ou plantas medicinais pelo menos uma vez por mês.

O ser humano precisa de estar mais próximo da natureza e de um estilo de vida saudável e consciente. Aproxime-se e comece a cultivar esta ideia!

Referências:  Clevely Andy, Katherine Richmond. Manual completo de Plantas e Ervas Medicinais. Lisboa: Editorial Estampa; Beles, João. Naturopatia, a natureza cura a natureza. Edições Mahatma.

 

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6ª Feira do Queijo: uma aventura de sabores e saberes http://www.stopcancerportugal.com/2013/04/26/6a-feira-do-queijo-uma-aventura-de-sabores-e-saberes/ http://www.stopcancerportugal.com/2013/04/26/6a-feira-do-queijo-uma-aventura-de-sabores-e-saberes/#comments Fri, 26 Apr 2013 10:00:25 +0000 Catarina Santos http://www.stopcancerportugal.com/?p=10515 6ª Feira do QueijoVá até Vila da Soalheira nos próximos dias e participe numa aventura de sabores e saberes.

A Câmara Municipal do Fundão em conjunto com a Associação de Queijeiros da Soalheira e a Junta de Freguesia da Soalheira, organizam pelo 6º ano consecutivo a Feira do Queijo,  entre os dias 3 e 5 de Maio.

O Concelho do Fundão destaca-se pela riqueza e diversidade na produção de queijo, por isso esta feira surge com o objetivo de mostrar a qualidade e variedade deste produto regional.

Se gosta de um bom queijo, poderá conhecer e provar, nesta feira, o Queijo Queimoso, o Queijo Amarelo da Beira Baixa, o Queijo de Mistura, o Queijo de Ovelha Amanteigado da Beira Baixa, entre outros.

Depois de toda esta variedade de queijos, ainda vai encontrar muita animação de rua, música, o artesanato e ainda uma coisa que está na moda: live cooking, traduzindo para o português é mais ou menos isto – cozinha ao vivo!

No dia 5, tem ainda a possibilidade de misturar divertimento com atividade física, se decidir experimentar fazer a Rota da pastorícia que permite as seguintes experiências pastoris: ordenha, visita a rebanhos, feitura do queijo e da travia, um subproduto do queijo que não sofre qualquer fermentação, tem uma consistência mais ou menos pastosa, o aspeto é granuloso e cor branca, sabor láctico adocicado. E claro finalizar com prova de queijos!

Para saber mais consulte o programa.

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Quanto tempo deve durar um abraço? http://www.stopcancerportugal.com/2013/04/22/quanto-deve-demorar-um-abraco/ http://www.stopcancerportugal.com/2013/04/22/quanto-deve-demorar-um-abraco/#comments Mon, 22 Apr 2013 09:00:37 +0000 Stop Cancer Portugal http://www.stopcancerportugal.com/?p=10487 imageQuanto tempo deve durar um abraço?

O novo livro de Elsa Punset, “UMA MOCHILA PARA O UNIVERSO” responde a estas e outras questões curiosas, com as quais somos, por vezes, confrontados.

Este livro pretende ser um «pequeno guia de rotas variadas»  que facilita a compreensão das emoções humanas e pode ajudar a entender e a melhorar a comunicação com os outros.

Filha de Eduardo Punset, também ele autor de diversos livros de divulgação científica, Elsa é licenciada em Filosofia, mestre em Humanidades, pela Universidade de Oxford, entre outros títulos académicos. Dirige o Laboratório de Aprendizaje Social y Emocional, na Universidade Camilo José Cela, onde se dedica ao estudo da aplicação da inteligência emocional nos processos de tomada de decisões e aprendizagem, em crianças e adultos.

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Obesidade e quimioterapia: uma diferença que pode fazer a diferença http://www.stopcancerportugal.com/2013/04/18/obesidade-e-quimioterapia-uma-diferenca-que-pode-fazer-a-diferenca/ http://www.stopcancerportugal.com/2013/04/18/obesidade-e-quimioterapia-uma-diferenca-que-pode-fazer-a-diferenca/#comments Thu, 18 Apr 2013 09:00:49 +0000 Dina Raquel João http://www.stopcancerportugal.com/?p=10496 quimioEm doentes oncológicos, a dose de fármacos a administrar em quimioterapia baseia-se, tradicionalmente, na área de superfície corporal. Apesar de vários estudos confirmarem a segurança e a importância de uma dosagem de quimioterapia baseada no peso total e atual do doente, até 40% dos doentes oncológicos com excesso de peso e obesidade continuam a receber doses limitadas de quimioterapia. Além disso, verifica-se uma variação de doses entre estes indivíduos, sugerindo práticas incertas entre médicos acerca da determinação da dose ótima.

Existe evidência convincente que reduções na dose poderão comprometer o prognóstico, pelo que vários trabalhos têm sugerido linhas orientadoras para cálculo das doses de fármacos a administrar em doentes oncológicos obesos.

Fique atento à nossa rúbrica “Melhor Nutrição, Mais Vida”, pois contamos desenvolver este assunto brevemente.

Bibliografia: Griggs J, Mangu P, Anderson H, Balaban E, Dignam J, Hryniuk W, Morrison V, Pini T, Runowicz C, Rosner G, Shayne M, Sparreboom A, Sucheston L, Lyman G. Appropriate Chemotherapy Dosing for Obese Adult Patients With Cancer: American Society of Clinical Oncology Clinical Practice Guideline. American Society of Clinical Oncology. 2012.
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